Agricultura Biológica

A arma mais eficaz contra doenças humanas e desastres ambientais

A Agricultura Biológica (também conhecida noutros países como Agricultura Orgânica, Agricultura Ecológica e Agricultura Natural) é uma forma alternativa de produzir alimentos de excelente qualidade, saudáveis e que não põem de forma alguma em causa a saúde do consumidor.

Para o efeito, são levadas a cabo práticas agrícolas sustentáveis e que garantem a melhoria da fertilidade do solo bem como a biodiversidade, nomeadamente: adubos verdes, rotações, compostagem, consociações e instalação de sebes vivas, entre outra técnicas.

Por outro lado, esta agricultura não recorre a pesticidas de síntese, nem a adubos químicos de síntese, nem ao uso de organismos geneticamente modificados, preservando o ambiente da contaminação de poluentes, cuja carga sobre solos e águas é, em grande parte, da responsabilidade de sistemas intensivos de agropecuária.

De salientar ainda que a Agricultura Biológica não utiliza pesticidas de síntese e só em último recurso, dependendo da pressão da praga ou da doença, aplica produtos fitofarmacêuticos de origem mineral, vegetal, animal ou microbiana, em número reduzido e de impacto ambiental, toxicológico e ecotoxicológico mínimo ou nulo.

Na Europa, a Agricultura Biológica possui legislação específica –o Regulamento (CE) n.º 834/2007 do Conselho de 28 de junho – quer em relação ao modo de produção quer a nível de rotulagem dos produtos (logótipo específico),  cujo cumprimento é assegurado e certificado por entidades devidamente credenciadas.